segunda-feira, 13 de agosto de 2012

con_fuso



e sai assim
sem querer nada
a cor de noite, desbotada
pelo cinza das horas 
que a dor agendou
e fica aqui
sem pedir nada
nem raio de luz
nem gota de lágrima
viver perdido 
nessa ilusão
procurando pegadas
por distração
é surpreendido pela emoção
que ora acredita, ora não
e o sonho dorme
no meu coração
...

segunda-feira, 6 de agosto de 2012

terça-feira, 31 de julho de 2012

abraço de poesia


... mas como evitar o ar entrar e me encher de vida?

é isso que faz a poesia: me abraça!






Condição de Vida
Paulo Vanzolini


Nossa vida ninguém sabe
Mas não falta comentário
Uns dizem que sou a água
E o seu pão de cada dia
Outros dizem ao contrário
Que eu não sou, mas bem queria ser
Vidas como a nossa não são feitas pra entender

Nada há pra ver
Nem pra comentar
Pra calcular ou deduzir
Mas a tolice se deleita na mentira
Por quê vou querer ser água?
Por quê vou querer ser pão?
Se eu sou o próprio ar que ele respira
Que diferença me faz
Que me chame ou não querida
Aquele que é a minha condição de vida

sexta-feira, 27 de julho de 2012

quinta-feira, 26 de julho de 2012

"sem previsão"

da urgência de agora...
do querer na medida ...
refletindo as certezas,
vivendo...
O imprevisto parece cálculo exato da dúvida que,
às vezes, causa tormenta na gente.
Mas a delicadeza poética faz tudo encaixar-se perfeitamente
a qualquer tempo.
Faz valer as incertezas quando nos questiona
nas pausas que soubemos fazer
e a reflexão abre o tempo das possibilidades agora mesmo,
nessa disposição de viver.


Para o texto: O tempo agora (sem previsão) (T3795575)
De: Paulo Osorio

terça-feira, 24 de julho de 2012

Forrando o coração


... é preciso " forrar o coração" de poesia
não basta só Palavras! Há que se ter a verdade, a vida poética...
e hoje vou deixar a poesia se acomodar em mim
ela vai me contar segredos
ela vai sorrir em mim

quinta-feira, 19 de julho de 2012

Hoje não desenhei as pausas...




A_cor_dei
Sonho de me_nina
Dobrei as batidas do coração
Percuti felicidade
É o brilho de olhar
A vida mais de perto
(Do meu ponto de vista)

sexta-feira, 13 de julho de 2012

De boca em boca/Palavra solta


sou um passar_inho miúdo
numa gaiola sem travas
mas, que não sabe voar
não sabe ir, nem ficar
seus sonhos de liberdade
acorrentam seu peito
e os pés, já calejados,
no seu próprio circulo
de idas e vindas...,
hoje doem!



sexta-feira, 6 de julho de 2012

Dias com gosto de água

nos sentimentos urgentes: às vezes deito o sonho e "durmo" a esperança, nesse olhar ... que vagueia!
nas masmorras: poesia em carne-viva ... e a sangrar. às vezes dói tanto que nem consigo olhar... não posso imaginar esse corte, sua ferida aberta... aprisionando o sentimento de poeta!
em carne viva: sua tocante poesia ajuda a experimentar todas as sensações: do cuidado ao abandono; do amor e da saudade; da alegria e da dor... uma prova real, quase tanto quanto o que se sente, o que se quer... um esboço de uma tal felicidade, que ás vezes chega, noutras só se vê partir...




quinta-feira, 5 de julho de 2012


Resisto ao silêncio
Desenhando o som do seu sorriso
Seu contorno à tinta no papel
Uma sinfonia de afeto
Imprimindo memórias
Dos sentidos...
A música da alegria
Puro encantamento
Deixo o silêncio, quieto!
Como deve ser...
Ouço os pedidos do coração
Contemplo sonhos
Não os deixo dormir...
Resisto sua mudez!
Falo por mim e você
Faço um silêncio sonoro
Onde o que cala é a voz (palavra)
Não o instrumento(coração)
Não a emoção!




"E quando o silêncio cumprimentar o meu último adeus
As palavras que eu preciso estarão em seus olhos e eu vou cantar"
James Blunt

Um novo sol

Há que se descortinar a vida
E deixar a luz entrar
Pra aquecer e abraçar
Que a ternura te envolva nesta tarde!

quarta-feira, 4 de julho de 2012

no silêncio das horas

Sereno, frio,
mordendo a língua...
desenhando pausas
licença paisagem!
vou deitar meu sonho...
um sopro dobrado
no tempo...
vento febril
acalente as horas
dissolve a névoa
em algum lugar
as suas impressões
serão digitais
e de maneira concreta
não será um mistério
sem vendavais,
começo e final do dia
terão braços
abertos...
e lábios de amor
e paz...
sua fome, vai devorar
a cor das paisagens
não haverá o cinza das horas
a pontear seu caminho
o céu se abrirá
nas canções que cantar
alegrias e sonhos
serão laços e fitas
beijos e abraços
contínuos e silentes
a debochar
do vazio
estampado
no ar_gumento
da indiferença
...






segunda-feira, 2 de julho de 2012

vértice

... a saber como é por dentro
quando já não ouso dizer
como é que o coração se sustenta
... prego palavras no peito
é como se fosse emoldurando a vida
de palavras e sonhos, feitos para durar
... desenhando os próprios passos, ao caminhar, 
nesse meu interior, sempre tão particular
sigo além do que penso, além dos desejos
os sentimentos feitos de lágrimas
desbotam vários sorrisos
e não vou pendurar na memória
quero-os cheios de ar, a levar-me
como no vento de agora...
não vou me deixar ancorar
num peito que chora
parado no tempo
quero a musica e o seu movimento
risos soltos que brincam lá dentro
mesmo que ali pareçam fincados
vez ou outra eu sinto 
vão soltos e voltam pra dentro




sexta-feira, 29 de junho de 2012

a flor e o céu (2)


risco um céu de boca
aberta...
sensação de sonho
pensamento...
leve, o vento leva
um horizonte, desarrumado,
contorna os olhos
devoro horizontes
pelas beiradas dos sonhos
contornos de amor
numa alegria livre e
na mesma medida do querer
percorro paisagens...
... para saber como é por dentro
... como o coração se sustenta
prego palavras no peito
palavras não são meu peito
pensamentos não sou eu
dependem de mim para acontecer

quinta-feira, 14 de junho de 2012

Podar

http://www.flickr.com/photos/cabodevassoura/7320425744/in/photostream/


“Aprendi com a primavera a me deixar cortar. E a voltar sempre inteira." (Cecília Meirelles)


a frase tem profundas raizes... 
talvez eu já tenha "me deixado"... 
se inteira volto, nunca sei...
parece que falta sempre um pedaço...
mas não há de ficar fratura exposta...
sem proteção. (rose rocha)

Pela fresta

http://www.flickr.com/photos/cabodevassoura/7371805128/in/photostream

devoro horizontes
pelas beiradas dos sonhos
contornos de amor
numa alegria livre e
na mesma medida do querer
percorro paisagens...

"Então, pintei de azul os meus sapatos por não poder de azul pintar as ruas..." (Carlos Pena Filho)

quarta-feira, 13 de junho de 2012

espinhos

http://www.flickr.com/photos/cabodevassoura/7365435316/in/photostream/

o canto já não é oferta de carinho...
nem uma nota...
pausas pra mim...

tecem cores
plantam gestos
ah rubra noite
feche os olhos

quem sabe assim
o coração
sonha
tranquilo

Fecharam meus olhos...
Mas  vaguei no mesmo horizonte


"Agora que o silêncio é um mar sem ondas, e que nele posso navegar sem rumo, não respondas às urgentes perguntas que te fiz. Deixa-me  ser feliz assim, já tão longe de ti como de mim..." (Miguel Torga)

flor e céu

http://www.flickr.com/photos/cabodevassoura/7180207897/in/photostream/

risco um céu de boca
aberta...
sensação de sonho
pensamento...
leve, o vento leva
um horizonte, desarrumado,
contorna os olhos
...
espera de um gesto
espera de um toque
de uma luz que não chega
não sorri
por que?
alerte os seus sentidos
os meus estão despertos
dispostos
atrevidos
vão muito antes de mim
são bem mais fortes
que a palavra que calo

segunda-feira, 11 de junho de 2012

Inquieto

http://www.flickr.com/photos/cabodevassoura/7301522238/in/photostream/


há um embrulho no peito
desses, que espera para ser aberto,
como se fosse Presente!
há uma vontade por dentro
dessas que é vista nos olhos
quando aumenta o desejo
forte e alto demais pra falar...
quero o "amor morando em nós"
não só aqui no peito
não só aqui desse jeito
que parece torto e sem sentido
que me cala a voz
causa arrepios
tão somente amor
e despercebido

Hoje, eu queria acender belezas...


minha lágrima se perde na enxurrada do dia...
me vejo do tamanho dela agora...


"Tão quieta a lágrima rolou...resignificando estradas...caminhos. Resignificando saudades... procurando fugas... de um sol que... em seu silêncio... chove despedidas..." (Maria)

Add caption


"Belezas são coisas acesas por dentro
Tristezas são belezas apagadas pelo sofrimento" (Otto)


domingo, 10 de junho de 2012


...


um querer tão forte
dá permissão de ir
e ficar...
me visto da sua pele
com todas as suas sensações
experimento teu desejo
finjo-me em seus sonhos
e fico assim, suspensa nas nuvens...
superando o medo de amar

sexta-feira, 1 de junho de 2012

Enquanto a vida passa




"Faça valer cada sopro, cada inspiração celebrando os seus segundos, seus minutos, sua hora feliz!"

As vezes é a vida que olha a gente, e a gente passa...



Que hoje sintas o abraço querido
que tenhas olhos de amor, te olhando
e que a felicidade lhe sorria  a tempo, o tempo todo

quarta-feira, 30 de maio de 2012

Na sombra da espera...


Na sombra da espera...
deitei meus olhos
Resido num sonho
atrás de janelas e portas
(que se fecham ao sabor do vento)
quando a noite não dorme
e o dia também não chega
e a palavra que
surge da escuridão
me cala o querer
costurando-o no tempo
com a agulha do agora
que passa entre os dedos
me aponta caminhos
se fere, me leva
sigo estancando o sangue
que vez ou outra
detalha uma dor.


"Houve o tempo do sonho. No escuro das noites, todos sonharam palavras.
Houve o tempo do acordar. Na luz das manhãs, todos acordaram palavras.
Depois veio a coragem de presentear. Em cartas lacradas viajaram secretas palavras".
(Bartolomeu Campos Queirós)

terça-feira, 22 de maio de 2012

camuflagem



... e assim vestiu seu amor de carinho, respeito e amizade
não há contradição... só verdade.
e um dia é como mil anos
no sentido in_verso do sonho
e o querer estabiliza os batimentos
num equilíbrio entre força e coragem
fragilidade e flexibilidade
sonhos, certezas...
clareza dos atos, se falhos ou não,
embriagues dos sentidos
quando caem em si, nem os sinto
letargia do agora
no talvez das horas
total ignorância do que é...
dado a indiferença para os seus
(raros e caros...)


A todos, neste dia do Abraço(meu desejo é que todos os dias você receba um grande Abraço)
Que tenham a chance de dobrar as batidas hoje (Já que "abraçar é encostar um coração no outro"*)


(*)cópia de Rita Apoena em Reticências Poéticas


sexta-feira, 18 de maio de 2012

eu nesse lugar



e o mundo sou eu... e a suplicar!
e o som do silêncio
nos arranjos do vento
que só ecoa um sentir
que fragmenta meu existir
na paisagem cinza
do tempo da pausa...

*"Quão bom seria se o tempo esperasse, se a boca calasse, e se a dor fosse apenas dor e não falasse"
 (*Paulo Osório - http://www.recantodasletras.com.br/autores/cleber)

Maria: http://www.recantodasletras.com.br/prosapoetica/3674379

Revirando meu silêncio


num lapso de memória
meus sentidos a_dor_mecem e se escondem
em ruas de idas, onde caminho só...

quinta-feira, 17 de maio de 2012

"A vida é um presente que se abre todo dia... E o entusiasmo acompanha a alegria que se renova num amanhecer de esperanças e boas novas. Feliz dia de hoje pra você, que ama a Vida."

Dont leave me alone

O Sonho é a minha liberdade de expressão
das minhas impressões diárias...






Há um tempo de sonhar que me importa
Há um querer a mais me levando aos poucos
esse desejo de chegar não faz planos
só se sente e se deixa sentir

quarta-feira, 16 de maio de 2012



“De vez em quando Deus me tira a poesia.
Olho pedra, vejo pedra mesmo.”
(Adélia Prado)


O querer às vezes nos leva a uma realidade de sonhos
onde bordamos nossa vida em linhas poéticas...
mas não dá pra ser como pano de fundo ... e não ser parte...
ampliamos ou nos reduzimos
num desejo ansioso ... 
desejando que mãos de bem querer
tateie as palavras que desenhamos 
da paixão por tanto sentimento...
de aumentar o grau de pertencer
esvaziar o peito da falta
chamar e ser atendido

Por que você não olha prá mim...

e segue assim
sem rastros
sem pegadas
no jardim


terça-feira, 15 de maio de 2012

"onde ir"



Cada um sabe dos gostos que tem
Suas escolhas, suas curas
Seus jardins
De que adianta a espera de alguém?
O mundo todo reside
Dentro, em mim
Cada um pode com a força que tem
Na leveza e na doçura
De ser feliz.
(Vanessa da Mata-Onde ir)

segunda-feira, 14 de maio de 2012

Pra onde foi a coragem do meu coração?


Coragem é dizer ao coração em brasa
que sabe da força que ele tem
para não morrer de amor...
mas se for para morrer
Que seja de amor!

esse ninho formado no peito
embrama todo sentimento
acolhe certezas, amores e também dores

essa vida que me abraça tão forte
tem dias que não acarinha

"todo momento é precioso"
e importo pro peito
e me viro do avesso

solar


no solfejo da vida as pausas também tem tempo certo pra durar... há que se preparar igual, faz parte da musica... 
equilíbrio no compasso e passo a passo a musica nos conduz...



(Para Só_lá  Overmundo)

sexta-feira, 11 de maio de 2012

desajustada

tem palavras que não se ajustam ao sentimento
não para dizer numa conversa de espelho
já na poesia cabe todo o sentimento
desejos, delírios, sonhos
tudo o que quiser comunicar
tem sentimentos que não se ajustam nas palavras...
precisa de olhos e olhares
precisa de cheiro e de toques
na poesia há uma memória de sentidos
reais ou imaginados
onde deita-se corpo e mente
entrelaçados aos dizeres do coração
que pulsa insistentemente pela vida
eu quase posso gritar...
eu quase posso.

terça-feira, 8 de maio de 2012

parti tura

Ainda ouço gritos meus
de som oco e Cem sentidos
a ferir a pele que me rasgou o sonho
meu sopro!
minha vida!

Muda

vivo de encurtar distâncias
e às vezes, com dois passos para dentro de mim...


não raro, oferto meu silêncio.
em momentos que preciso segurar o peito...


ainda não sei possuir: nem palavras, nem sentimentos
e agora também, esse silêncio!





quinta-feira, 3 de maio de 2012




"Os Apuros do Coração" É o tempo pra "dar" o Ponto Certo da Nossa Compreensão de Vida e de como relacionar-se Consigo e com o Mundo. O valor que você percebe em si mesma é o que dá um Brilho especial ao seu Olhar. E vai atrair  apenas o melhor do mundo e das pessoas, para te fazer um bem maior. Quando compartilhas o teu momento, as emoções e sentimentos ofereces uma parte de como vês e sentes o mundo e as pessoas... E nessa partilha é permitido ao outro uma reflexão sobre a vida. Sobre sua própria vida... Obrigada por isso.


sexta-feira, 27 de abril de 2012

Me faz pequena


Me fiz pequeno
Em suas palavras, vi gigante teu sentimento...
Me fiz pequeno, assim, discretamente... vou inteiro repousar em seu amor
Há muito ainda prá ver! Há muito ainda que experimentar da vida.
Abraço todos os meus sentidos que carinhosamente me dão permissão: Vá viver!
E cada momento, leva um pedacinho de sonho-meu!
Há um coração que pulsa!
Num peito aberto...
Horizonte aos olhos!
Emoções à flor da pele!
Um céu(de boca aberta) acolhedor!
Beijos e Abraços (Há braços e mais...)
Numa rede de sonhos, sem ilusões!
E me fiz pequeno
Sentindo a caricia de suas palavras
Seu poema em minha pele

quarta-feira, 18 de abril de 2012

"nem pão... nem migalhas"

um pouco de calma
numa pausa para olhar
e é fácil perceber o desperdício das forças
se frágil me vês
capaz de me amar
à luz de velas
num canto qualquer
da tela
coisas possíveis intactas
busco mais a mim que a você
não sei mais fazer escolhas
só deixo a vida ir...
me arranca o suspiro
o mesmo ar que respiro
invasão dos sentidos
poros abertos que não cicatrizam
abrir caminhos que não me levam - eis o que faço!
a vida segue! e eu páro para observar ausências de mim...

Há uma urgência que traz o meu peito...
Já não sei se a deixo falar
Se abro as janelas
A brisa me leva
Sou nuvem cinza
nublando o mundo
chovendo no mar

quinta-feira, 12 de abril de 2012

sobre dor

quando o ar invade meus poros e narinas penso que me mantém viva
às vezes sinto como se essa invasão me roubasse de mim...
os sentimentos agora estão atrevidamente desordenados
não que eu conseguisse organizá-los em mim
me dão a impressão que sabem exatamente o ponto certo ou a ponta do nó a puxar...
me descubro(fratura exposta) em vão me esconder, mas, fingir que o sentimento não existe o destaca ainda mais
parece que todos os poros transpiram-no para dentro e para fora de mim
como, na fragilidade particular que a dor se veste, garantir sustento às palavras de bem querer, de força, de esperança; ao olhar, que aflito, ao coração, encharcado; como dizer calma c'alma suspensa e pesada na agonia que de súbito dá-me rasteiras...?

segunda-feira, 9 de abril de 2012

Olhos fechados prá mim...


Não há caminho percorrido
Sem que tenha deixado rastros
Para me encontrar...

Equilíbrio e c’alma... Equilíbrio distante!
Como fosse a linha que divide o sonho do real

Mesmo sem permissão, não há nuvem que se disperse, 
tendo abrigado a razão e os sonhos 
nos arranjos do coração.

Olhares me levam. Não quero mais ir.

Não há passado quando o sentimento é Presente.
Há poros a transpirar. Não há mordaça que cale os sentidos!
Nem quando há olhos fechados pra você... Nada esconde o que és.

Não limite sonhos, eis o plano!

quarta-feira, 4 de abril de 2012


Penso que não sei compreender dores.... 
Sentir nem sempre dá essa compreensão. 
Por isso ás vezes questiono-me. 
Tem horas que mesmo com sede de luz eu fujo dela e procuro a escuridão. 
Não que seja uma escolha consciente... só é naturalmente sem muito esforço... talvez eu não me veja bem na luz, mas alguem vê! Alguém vê o bem que há em mim e lança faiscas de alerta que me fazem encurtar distâncias....

Sintomas de Saudades


Necessito seus olhos
Com as palavras que só diz para os meus...
Sou braços vazios a espera dos seus...
Preciso da sua amizade que me dá alegria
Preciso do seu sorriso, tem tanta beleza...
To com "sintomas de saudades" dos amigos.

sexta-feira, 30 de março de 2012

Nas relações


O que vale é o que a gente sente...
O que conta é o que o coração fala pra gente...
E ele sempre fala!

sexta-feira, 23 de março de 2012

Novo jeito de ver



trago um no_velo no peito...


O dia pede um novo jeito de VER. Quem sabe praticando essa virtude saibamos AGIR da maneira correta em nossas relações com o mundo e com a pessoa ... para o amor!


Que possas HOJE nutrir esse jeito de olhar e amar mais.

quinta-feira, 22 de março de 2012

Olhe e Veja!





O seu Olhar Cotidiano pede olhos de contemplação. A Palavra de sua Voz de Nuvens, são os Afagos do seu coração.


Mãos de poemas sempre são generosas, ou não são mãos de poemas.
Quem derrama subtrações, nega sua mão... ou sabe que mesmo que não haja oferta de poemas, transborda em si somas e somas de sentimentos. 

que seja belo o seu dia

terça-feira, 13 de março de 2012

I can't breathe



Se tem sorriso em meus lábios, saberás quando meu coração está feliz!


O que entra pelos olhos com bem querer, agrada o coração
O que agrada o coração, ocupa lugar nele.


A tristeza não agrada o coração.
Ao invés disso o contraria, o dilacera
Como é que a dor pode agradar?


E se dói, como mostrar que não?


"Aparências"... retratos empoeirados de não-felicidade!


O avesso articula-se como pode!
Não há silêncio que não vença!


A idéia só sufoca enquanto procura a porta de saída
Resistir vai explodir seus poros

terça-feira, 6 de março de 2012

...não chama... não me fita.


Sou como a corça ferida
Que vai, sedenta e arquejante,
Gastando uns restos de vida
Em busca da água distante.

Bem sei que já me não ama,
E sigo, amorosa e aflita,
Essa voz que não me chama,
Esse olhar que não me fita.

Bem reconheço a loucura
Deste amor abandonado
Que se abre em flor, e procura
Viver de um sonho acabado;

E é como a corça ferida
Que vai, sedenta e arquejante,
Gastando uns restos de vida
Em busca da água distante.

Só, perdido no deserto,
Segue empós do seu carinho:
Vai se arrastando... e vai certo
Que morre pelo caminho.

(Desiludida-Vicente de Carvalho)

segunda-feira, 5 de março de 2012

Viver é mais que deixar o ar entrar...

... mesmo porque ele não sabe pedir licença, e nem precisa de permissão.

Há algo que se perde entre um piscar de olhos...