sexta-feira, 29 de outubro de 2010

quinta-feira, 21 de outubro de 2010

Tem gente infeliz que gosta de espalhar a discórdia até no meio virtual... Não embarquem nessa. A vida tem coisas melhores para se ver e aproveitar...Cada um escolhe o que ImPorta pra si e o que oferece ao outro (e outro não é teu espelho).


Tenham mais cuidado para cultivar boas e ternas relações.

segunda-feira, 18 de outubro de 2010

"Com o tempo, uma imprensa cínica, mercenária, demagógica e corrupta formará um público tão vil como ela mesma." (Joseph Pulitzer)

quinta-feira, 14 de outubro de 2010

Um novo Sol no meu peito

Nasce um novo amor em suas vidas! (...)
Quando a gente pensa que já conhece o amor... ele nasce ainda mais bonito, nos dando outra dimensão pra esse sentir tão necessário na nossa vida...
Quando a gente pensa (e sente) que já amou demais... ele nasce novo, leve e infinitamente maior que o amor que a gente amou.
Um filho torna a gente muito melhor, muito mais forte, mais Humano e mais feliz, com uma capacidade acima do normal para muitas coisas na vida. É tão bom estar por perto prá abraçar esse amor com ternura pela vida... Hoje nasce um novo amor, um novo olhar para o mundo, Que Deus os acompanhe e os proteja sempre.

( Pela Isadora)

terça-feira, 12 de outubro de 2010

Os apuros do peito

tudo que sei e que penso...
tudo que importa...
passa por meu coração.
nada fica indiferente frente a emoção dum peito em apuros
é no coração que temos o ponto certo, da dor e do amor...
e também das alegrias que queremos e oferecemos na vida.

Pensamento

as vezes a gente se comporta como o mar entre as rochas... quando com força ele se choca nas pedras, ninguem vê que se fere, quando se quebra... ele mesmo junta os pedaços e segue mar a dentro...

quinta-feira, 7 de outubro de 2010

Lambida de ventania


“Trevas entre estrelas”...



Lambida de ventania


Caindo cá prá dentro à procura de risos e memórias coloridas e belas que ajude a retirar a nódoa do tempo da dor, para reagir ao silêncio das estrelas (brilho rápido de felicidade; seta de “quase amor”). Esse silêncio do ar que se dá em breves relâmpagos... Sinaliza que sou real-fantasia, detalhou-me na alegria de querer bem. Deu importância a uma pequenina e bem simples estrela de papel sem cor, que dorme nas folhas da roseira(ao sabor do vento), onde ainda é cedo para acordar do sonho que sonhou prá si. Ela, talvez fosse uma partícula minúscula do torrão de terra onde a lágrima caiu e nem prá lama serviu...


A calma é uma estrela distante... Espelha um sentir intacto. Não sei reunir força que o contrarie. Nem quero!


A memória não falha! E mesmo que doa, ainda agradeço por tê-la... É que de repente ela é ventania, furacão... Na escuridão, na madrugada, arma-se em temporal. E um mar deságua num rio de saudade, me virando do avesso... “e o desespero varre meu coração” que fica triste e se fecha no peito inundado, cansado, sem forças para cantar o amor que guarda.


Há uma voz que já não sai do ouvido... E ainda é preciso dizer “te amo”... E é preciso mostrar um peito...(despido do medo)


Teu rastro me conduz. Sem ele, não me acho outro saída... Logo eu? Perdida! Aonde você for, eu vou. Não vá embora!


Desenho um sorriso, que não me deixa contente.


Não há consolo! Então, fecho a porta. Digo adeus antes de alguém chamar.


O silêncio ecoa ausências (cheio de dor).


E ainda preciso cantar que estou aqui. Que és em mim. E que o amor não é satisfeito, seja como for...


Assim meio calmo, ás vezes exagerado...


É estranho esse jeito menino-grão de amor que vive a brotar, nos segundos e nos detalhes de tanto querer. As folhas secam e caem. E ele, a renovar-se, desesperadamente, para não se perder de viver... Enfrentando tempestades.



Rose Rocha