quinta-feira, 16 de setembro de 2010
sexta-feira, 10 de setembro de 2010
quarta-feira, 8 de setembro de 2010
De repente deu vontade de um abraço
Vinícius de Moraes
Uma vontade de entrelaço, de proximidade...
De amizade... sei lá...
Talvez um aconchego que enfatize a vida e
Amenize as dores...
Que fale sobre os amores,
Que seja teimoso e ao mesmo tempo forte.
Deu vontade de poder rever saudade
De um abraço.
Um abraço que eternize o tempo
E preencha todo o espaço
Mas que faça lembrar do carinho,
Que surge devagarzinho
Da magia da união dos corpos, das auras... sei lá...
Lembrar do calor das mãos
Acariciando as costas
A dizer...
“estou aqui.”
Lembrar do trançar dos braços envolventes e seguros afirmando
“estou com você”...
Lembrar da transfusão de forças
Com a suavidade do momento... sei lá...
Abraço... abraço... abraço...
Abraço... abraço... abraço...
Abraço... abraço... abraço...
O que importa é a magia deste abraço!
A fusão de energia que harmoniza,
Integra tudo, e que se traduz
No cosmo, no tempo e no espaço.
Só sei que agora deu vontade deste abraço!!
Que afaste toda e qualquer angústia.
Que desperte a lágrima da alegria,
E acalme o coração...
Que traduza a amizade, o amor e a emoção.
E para um abraço assim só pude pensar em você...
Nessa sua energia,
Nessa sua sensibilidade
Que sabe entender o porquê...
Dessa vontade desse abraço.
segunda-feira, 6 de setembro de 2010
De Improviso, a felicidade!
As alegrias cotidianas são ensaios prá felicidade. Pena lutar contra o tempo... Pena esconder o sorriso.
Acordo cedo, e quase sempre... Perdendo as horas...
Não quero perder o tempo do amor. E se preciso for, vou me desenhar no vão.
Os dias parecem tramar suas longas horas num tempo onde cabe tudo e quase nada se perde dele, não fosse nossa desatenção aos seus segundos detalhes...
Os dias sempre me pedem "me olha de novo" (como eu a você) e com o olhar novo contemplar as miudezas me faz crescer...
Ao olhar prá dentro, peço dias ensolarados e que nos seus olhos não se ergam grades capazes de aprisionar um sentir tão comovente... Nem a realidade mais urgente maltrate o sonho...
Joguei fora meu relógio
Ele já não marca meu tempo
De ir, nem de ficar
E ainda sigo indo
de/ vagar e apressada
Quem me marca é um sonho
Que quando acorda
Improvisa-me na vida
E meu sorrir me sobra
Numa delicada lembrança
De amar-te cotidianamente
Acordo cedo, e quase sempre... Perdendo as horas...
Não quero perder o tempo do amor. E se preciso for, vou me desenhar no vão.
Os dias parecem tramar suas longas horas num tempo onde cabe tudo e quase nada se perde dele, não fosse nossa desatenção aos seus segundos detalhes...
Os dias sempre me pedem "me olha de novo" (como eu a você) e com o olhar novo contemplar as miudezas me faz crescer...
Ao olhar prá dentro, peço dias ensolarados e que nos seus olhos não se ergam grades capazes de aprisionar um sentir tão comovente... Nem a realidade mais urgente maltrate o sonho...
Joguei fora meu relógio
Ele já não marca meu tempo
De ir, nem de ficar
E ainda sigo indo
de/ vagar e apressada
Quem me marca é um sonho
Que quando acorda
Improvisa-me na vida
E meu sorrir me sobra
Numa delicada lembrança
De amar-te cotidianamente
segunda-feira, 30 de agosto de 2010
Quando pensar é todo sentimento
tu nada me fazes.
é a ilusão que me desenha teus beijos
é o vento que me tira a paisagem.
tu nada me fazes.
deito em teu sonho
deixo-me levar ao teu colo...
tu, nada me fazes...
vá embora, agora.
como o vento de ontem.
Desencontro-me...
de dia e de noite
só existe você
e a sombra de ontem
esculpida num peito
já sem dor, alguma...
me apago num céu
rascunho meu papel
de pétala rubra, em flor
sonhei além do sonho
pintei de realidade
mergulhei só
não sei viver só
prá que viver só?
mas, abraço uma saudade...
Vá embora agora,
já é tarde!
Ouça a aflição de um coração que chora,
não deixe que a lágrima se perca, em vão.
é a ilusão que me desenha teus beijos
é o vento que me tira a paisagem.
tu nada me fazes.
deito em teu sonho
deixo-me levar ao teu colo...
tu, nada me fazes...
vá embora, agora.
como o vento de ontem.
Desencontro-me...
de dia e de noite
só existe você
e a sombra de ontem
esculpida num peito
já sem dor, alguma...
me apago num céu
rascunho meu papel
de pétala rubra, em flor
sonhei além do sonho
pintei de realidade
mergulhei só
não sei viver só
prá que viver só?
mas, abraço uma saudade...
Vá embora agora,
já é tarde!
Ouça a aflição de um coração que chora,
não deixe que a lágrima se perca, em vão.
sexta-feira, 27 de agosto de 2010
quinta-feira, 26 de agosto de 2010
segunda-feira, 23 de agosto de 2010
sexta-feira, 20 de agosto de 2010
6ª ORQUIVÁRZEA 2010
Fonte imagens: http://www.biorchids.com.br/oncidium.htm#
Programação
20 de agosto
Exposição de Orquídeas: das 9 às 21 horas.
Sarau na praça de alimentação: das 20 às 22 horas.
21 de agosto
Exposição de Orquídeas: das 9 às 20 horas.
Caravana do Cordel: das 17 às 19 horas na praça de alimentação.
Show com Paralamas do Sucesso: 21 horas.
22 de agosto
Exposição de Orquídeas: das 9 às 18 horas.
Fantástico Circo das Orquídeas: Teatro com alunos da Rede Municipal de Ensino, às 17horas.
SHOWS NO PALCO PRINCIPAL:
15h30 – Adriano do Forró
18 às 19 horas – Caso Contrário
19h30 às 20h30 – Marcos Lobão & Banda
21 às 22 horas – Dandara & Banda
22h30 às 23h30 – Ledo & Luan
TODOS OS DIAS
Brinquedos para as crianças das 10 às 22 horas.
Expresso Orquidário das 10 às 18 horas.
Música instrumental ao vivo na praça de convivência na exposição.
Estande da Prefeitura de Várzea Paulista na praça de alimentação.
quinta-feira, 19 de agosto de 2010
Parte minha
Mistura de amor
Primeiro tudo é sentimento
É quem me ensina
Penso o que sinto
E sinto o pensar
Sem conhecer
Já te sentia
Parte minha
O amor te trazia
Ou levava-me a ti
Só sei, pois sinto
Sem saber, dos por quês, a resposta
Desenho-me interrogações
Espelhos do meu querer
Uma habilidade que questiona,
Responde, desiste e insiste...
Anula o que pensa...
Mesmo sendo parte em todos os sentidos
Abre janelas de saltar para fechar o tempo
De se perder num mundo de sonhos impossíveis
Cabe em mim cada detalhe de ti...
Vivo contigo e comigo
Pensando que parte minha cabe inteira em sua vida
Sou tão melhor pelo amor!
Até quando dói imPorta
O injusto é (mesmo numa cela/paisagem)
Deitar o sonho na realidade
De horas contadas
E sufocar qualquer respirar da “verdade”
Como não acordar a realidade no sonho
Que não se escolhe ou não devia sonhar
Pareço sempre num emaranhado de linhas
Dum pensamento quase sempre egoísta
Mas meu sentir é solidário!
Mesmo guardado no peito
Só por esmero ou cuidado
Preserva as relações num terno querer
Que abraça sem ter
Em sintonia...Amor/Sonhado.
quinta-feira, 12 de agosto de 2010
é preciso ser voz quando tudo é tão calado...
é preciso ser luz, um facho pequeno mas sempre acesso, clareando as mentes e aquecendo os corações inclinados ao amor, ao bem social, a justiça, à vida.
a poesia é um belo instrumento que alerta, impulsiona e vivifica os sentidos em direção ao combate necessário ao bem maior. não se acomoda nas palavras, antes, provoca, instiga, tráz a verdade pura e simples... ainda há ser humano fazendo a diferença num mundo tão indiferente.
é preciso ser luz, um facho pequeno mas sempre acesso, clareando as mentes e aquecendo os corações inclinados ao amor, ao bem social, a justiça, à vida.
a poesia é um belo instrumento que alerta, impulsiona e vivifica os sentidos em direção ao combate necessário ao bem maior. não se acomoda nas palavras, antes, provoca, instiga, tráz a verdade pura e simples... ainda há ser humano fazendo a diferença num mundo tão indiferente.
segunda-feira, 9 de agosto de 2010
domingo, 8 de agosto de 2010
terça-feira, 3 de agosto de 2010
A FLOR E A FONTE
"Deixa-me, fonte!" Dizia
A flor, tonta de terror.
E a fonte, sonora e fria,
Cantava, levando a flor.
"Deixa-me, deixa-me, fonte!"
Dizia a flor a chorar:
"Eu fui nascida no monte...
"Não me leves para o mar".
E a fonte, rápida e fria,
Com um sussurro zombador,
Por sobre a areia corria,
Corria levando a flor.
"Ai, balanços do meu galho,
"Balanços do berço meu;
"Ai, claras gotas de orvalho
"Caídas do azul do céu!...
Chorava a flor, e gemia,
Branca, branca de terror,
E a fonte, sonora e fria
Rolava levando a flor.
"Adeus, sombra das ramadas,
"Cantigas do rouxinol;
"Ai, festa das madrugadas,
"Doçuras do pôr do sol;
"Carícia das brisas leves
"Que abrem rasgões de luar...
"Fonte, fonte, não me leves,
"Não me leves para o mar!..."
As correntezas da vida
E os restos do meu amor
Resvalam numa descida
Como a da fonte e da flor...
(Vicente de Carvalho)
A flor, tonta de terror.
E a fonte, sonora e fria,
Cantava, levando a flor.
"Deixa-me, deixa-me, fonte!"
Dizia a flor a chorar:
"Eu fui nascida no monte...
"Não me leves para o mar".
E a fonte, rápida e fria,
Com um sussurro zombador,
Por sobre a areia corria,
Corria levando a flor.
"Ai, balanços do meu galho,
"Balanços do berço meu;
"Ai, claras gotas de orvalho
"Caídas do azul do céu!...
Chorava a flor, e gemia,
Branca, branca de terror,
E a fonte, sonora e fria
Rolava levando a flor.
"Adeus, sombra das ramadas,
"Cantigas do rouxinol;
"Ai, festa das madrugadas,
"Doçuras do pôr do sol;
"Carícia das brisas leves
"Que abrem rasgões de luar...
"Fonte, fonte, não me leves,
"Não me leves para o mar!..."
As correntezas da vida
E os restos do meu amor
Resvalam numa descida
Como a da fonte e da flor...
(Vicente de Carvalho)
segunda-feira, 2 de agosto de 2010
Soluços numa despedida que força o peito
Algo aconteceu no meu coração/Não me despeço do amor... nem da dor!
És fascinante!
Quando inspira a vida
De amor
As batidas do coração
Aceleram ao querer-te
Repetem-se no desejo
Constante e cortante
No peito aberto
Pelo sonho
Que te sopra
Melodia...Poesia
Todo encantamento é pequeno
Frente ao sentimento que agiganta
Na alma, nesse desejo de vida
Que intensamente perturba o ser
Marcas profundamente e lindamente
Os sonhos mais puros e inocentes
Por ser amor e para o amor
Já não existe adeus
Que me despeça de ti
Meu sonho mais bonito...
Já não causa mais o mesmo estardalhaço!
Acalmou a vida que alimentou e nutriu.
Uma espécie de transe experimenta a paixão
Aparentemente serena...
Mas, que traz à boca
Um gosto de “Beijo”
Que me enfeitiçou prá nunca mais...
És fascinante, Bem-querer
Mesmo assim a doer
Nessa dor que vigora
segunda-feira, 26 de julho de 2010
tanta coisa a refletir sobre portas e janelas... as que a gente abre e as que se fecham pra nós... as que precisamos fechar para que a verdadeira luz entre... amizade é uma porta sempre aberta ao amor, uma janela transparente mesmo sendo para mostrar um pouco da sua dor... as vezes se abre para dentro por necessidade interna, e qdo pra fora é necessidade extrema, muitas vezes não para ver o mundo de fora, mas, para ser vista, tocada...
portas e janelas, sem travas é um risco que as vezes temos de correr.
domingo, 25 de julho de 2010
Há que sorrir
✿✿✿♥✿♥☼.·:*¨¨*:·♥☼.·:*¨¨*:·♥☼✿✿✿♥✿
É sempre o melhor remédio para espantar inclusive o tédio...
Mas não fique entediado da vida que lhe sorri
Sinta forte no peito o desejo do abraço
E desdobre-se em carinhos
sexta-feira, 23 de julho de 2010
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