quarta-feira, 4 de abril de 2012
Sintomas de Saudades
Necessito seus olhos
Com as palavras que só diz para os meus...
Sou braços vazios a espera dos seus...
Preciso da sua amizade que me dá alegria
Preciso do seu sorriso, tem tanta beleza...
To com "sintomas de saudades" dos amigos.
terça-feira, 3 de abril de 2012
segunda-feira, 2 de abril de 2012
sexta-feira, 30 de março de 2012
Nas relações
O que vale é o que a gente sente...
O que conta é o que o coração fala pra gente...
E ele sempre fala!
sexta-feira, 23 de março de 2012
Novo jeito de ver
trago um no_velo no peito...
O dia pede um novo jeito de VER. Quem sabe praticando essa virtude saibamos AGIR da maneira correta em nossas relações com o mundo e com a pessoa ... para o amor!
Que possas HOJE nutrir esse jeito de olhar e amar mais.
quinta-feira, 22 de março de 2012
Olhe e Veja!
O seu Olhar Cotidiano pede olhos de contemplação. A Palavra de sua Voz de Nuvens, são os Afagos do seu coração.
Mãos de poemas sempre são generosas, ou não são mãos de poemas.
Quem derrama subtrações, nega sua mão... ou sabe que mesmo que não haja oferta de poemas, transborda em si somas e somas de sentimentos.
quinta-feira, 15 de março de 2012
terça-feira, 13 de março de 2012
I can't breathe
Se tem sorriso em meus lábios, saberás quando meu coração está feliz!
O que entra pelos olhos com bem querer, agrada o coração
O que agrada o coração, ocupa lugar nele.
A tristeza não agrada o coração.
Ao invés disso o contraria, o dilacera
Como é que a dor pode agradar?
E se dói, como mostrar que não?
"Aparências"... retratos empoeirados de não-felicidade!
O avesso articula-se como pode!
Não há silêncio que não vença!
A idéia só sufoca enquanto procura a porta de saída
Resistir vai explodir seus poros
quarta-feira, 7 de março de 2012
terça-feira, 6 de março de 2012
...não chama... não me fita.
Sou como a corça ferida
Que vai, sedenta e arquejante,
Gastando uns restos de vida
Em busca da água distante.
Bem sei que já me não ama,
E sigo, amorosa e aflita,
Essa voz que não me chama,
Esse olhar que não me fita.
Bem reconheço a loucura
Deste amor abandonado
Que se abre em flor, e procura
Viver de um sonho acabado;
E é como a corça ferida
Que vai, sedenta e arquejante,
Gastando uns restos de vida
Em busca da água distante.
Só, perdido no deserto,
Segue empós do seu carinho:
Vai se arrastando... e vai certo
Que morre pelo caminho.
(Desiludida-Vicente de Carvalho)
segunda-feira, 5 de março de 2012
Viver é mais que deixar o ar entrar...
... mesmo porque ele não sabe pedir licença, e nem precisa de permissão.
Há algo que se perde entre um piscar de olhos...
Há algo que se perde entre um piscar de olhos...
terça-feira, 28 de fevereiro de 2012
Você me escolheu
a emoção que contorna o seu olhar
inunda minha vida
faz encontrar-me em seu coração
e não aguento tanto sentimento
a bordar minha ilusão.
tem momentos que contemplo a noite
onde eu sou a escuridão
mas algo me faz maior... é meu sentimento
que ascende em mim tamanha paixão
(é a vida-o algo a mais que movimenta)
recolho o fio do pensamento
num novelo de recordação
a saudade é ninho do meu peito
a espera de mais uma canção
me toca... me escolhe
me faz voltar atrás
ajeita minha vida
no seu jeito próprio (me dá paz)
de amar
a emoção transforma em fragmentos
a memória de todos os sentidos
(e a mesma emoção me explode por dentro)
e me liberta em sintonia
ao coração que me fascina
faz sina
"há um som atravessado que me ensurdece"
segunda-feira, 27 de fevereiro de 2012
Fragmentos
Há um fascínio suspenso no ar
Que eu respiro...
Eu não solto as palavras quando quero
Elas que se libertam dos medos meus
E trilham seus próprios caminhos (para chegar aí...)
São o que são! (Mas me levam nos braços...)
Não entendo por que tenho de ir junto
Quando preciso fincar os pés na minha terra
Levam o que penso,
O que sinto...
Contam meus segredos
os sonhos, meus desejos
Eu não me encontro direito
E o mundo "vive"
E eu penso se/mentes
Tento emoldurar o que sinto
penduro planos nas janelas
entrego brindes à felicidade
ás vezes sou cimento
mas há sempre um fascínio
que me faz l...Evitar
més pés no chão
a mente a sonhar
cabeça e coração
meu eu noutra dimensão
sexta-feira, 24 de fevereiro de 2012
Observando o mundo além de aqui dentro de mim
Senti a urgência de sua emoção, emocionei-me!
Senti um querer a mais
Quase um “desabafo”, talvez algum alívio.
Fui cercada por seus sentimentos e fiquei impressionada como muitos deles falaram ao meu ouvido, ao meu coração... Como se houvesse tocado a sua pele e experimentado suas sensações...
Agora tenho uma fotografia de sua “alma”. Que a minha memória visita, ainda ouvindo o som de sua voz... Fazendo com que eu escute melhor o que leio e o que já li em você.
Admiro e respeito quem consegue desnudar os sentidos...
Com olhos despindo dores (em cores, na poesia cotidiana da vida)
Um coração desamarrado (desfeito em detalhes de vida, emoção e força) com Cor/Age em todos os versos
Tenho muitos medos que me atam inteira
Mas em sua companhia me sinto mais forte e consciente.
quarta-feira, 22 de fevereiro de 2012
quarta-feira, 15 de fevereiro de 2012
guardei os sonhos e saí por aí
Eu queria saber calar, sem ferir
Eu queria saber calar
mas não sei controlar a emoção
mesmo que não cante, nem diga nada
há um grito em meu peito
que me explode por dentro
Aqui, você.
Onde eu?
quarta-feira, 8 de fevereiro de 2012
terça-feira, 24 de janeiro de 2012
As luzes do Caminho
Nada se perde de você (ou em você)
Me guias por cantos escondidos de mim
há tanto tempo
que se perco logo o encontro
tão mais perto do peito
A palavra que uso é quase um grito abafado
na emoção que move redemoinhos em meus pensamentos
na fragilidade de um corpo quase vivo
quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
quarta-feira, 4 de janeiro de 2012
quinta-feira, 29 de dezembro de 2011
sexta-feira, 16 de dezembro de 2011
Lacuna
"Tem palavras dentro de mim que não sei possuir, como os sentimentos..."
Preencho vagas num coração vagabundo
Lacunas do tempo
Perdidas nas aspas da vida
Um silêncio que não devia ser tão bem destacado em caminhos pontilhados na emoção
Não cala em mim o que quero dizer
Na mudez, os sentidos se articulam, se expandem... e se privam.
No descanso de línguas, o pensamento desenha as certezas que tenho e firmam quereres em meu coração.
Há uma vida pontuada que busco!
Há uma aflita paixão que me abraça e dá coragem(nas pausas dá-me a mão)
Me leva a caminhos de idas (não tenho morada em teu peito!)
Sigo teus passos. E em silêncio ouço tua voz. Um peito se abre (como porta de casa). Passos apressados caminham pra fora de mim, e levam a emoção da saudade, de um abraço, de um querer sem fim.
Bens importados que nunca vão lhe pertencer, seria ousadia, não fosse o querer...
terça-feira, 13 de dezembro de 2011
Maninho
O que quero te dizer cabe num abraço...
"As batidas dobradas de um coração emocionado e muito feliz por você"
quinta-feira, 24 de novembro de 2011
Sufoco
terça-feira, 22 de novembro de 2011
Momento suspenso no ar (do amar)
Sol, flores, mar, montanhas na pausa do olhar e olhar de novo...
Vento e lágrimas - música da transparência e de um silêncio em seus detalhes...
Poesia simples da vida que pede para ser sentida!
"Fotografar é colocar na mesma linha de mira, a cabeça, o olho e o coração" (Henri Cartier-Bresson)
Vento e lágrimas - música da transparência e de um silêncio em seus detalhes...
Poesia simples da vida que pede para ser sentida!
"Fotografar é colocar na mesma linha de mira, a cabeça, o olho e o coração" (Henri Cartier-Bresson)
quarta-feira, 16 de novembro de 2011
segunda-feira, 14 de novembro de 2011
(Quando Fui Chuva)
(Quando fui chuva)
"Nada do que fui me veste agora
Sou toda gota, que escorre livre pelo rosto
E só sossega quando encontra a tua boca"
(Maria Gadú)
sábado, 12 de novembro de 2011
sexta-feira, 11 de novembro de 2011
terça-feira, 25 de outubro de 2011
segunda-feira, 24 de outubro de 2011
sábado, 22 de outubro de 2011
quinta-feira, 13 de outubro de 2011
chove Primavera
Se você quer me seguir
Não é seguro
Você não quer me trancar
Num quarto escuro
Às vezes parece até
Que a gente deu um nó
Hoje eu quero sair só...
(lenine)
terça-feira, 4 de outubro de 2011
Não quis silenciar no dia do silêncio
Ode ao silêncio
Vesti o silêncio com teu rosto.
Na passagem das horas,
fiquei menos só;
fiquei mais triste.
Somente ao construir
a tua ausência
é que pude entender
de que consiste.
Não me importa o que tu
és ou não és,
mas o que tanto foste
e que persiste,
ornamentado o silencio.
As palavras te recriam
do fundo irretocável do passado
como uma silhueta móvel.
(Ildásio Tavares)
Vesti o silêncio com teu rosto.
Na passagem das horas,
fiquei menos só;
fiquei mais triste.
Somente ao construir
a tua ausência
é que pude entender
de que consiste.
Não me importa o que tu
és ou não és,
mas o que tanto foste
e que persiste,
ornamentado o silencio.
As palavras te recriam
do fundo irretocável do passado
como uma silhueta móvel.
(Ildásio Tavares)
terça-feira, 27 de setembro de 2011
segunda-feira, 26 de setembro de 2011
Às vezes perco o horizonte
Levantam muros nos meus sonhos
Nada vejo. Um nada sinto.
Um olhar fere tanto quanto pode acalentar
A palavra não me traduz
Especialmente se você não me escutar
Tens sentidos seletivos
Num querer que nunca é o meu
Compreensível, mas tão difícil
Não caber no teu querer...
Eu inverto as prioridades
Eu me dou num ponto.
Não dá para contornar a vida
Sem preenchê-la de si mesma!
Não dá para buscar no céu
A profundidade do mar
Cada coisa e cada um têm seu lugar
Tem noites que nos dão clareza
Tem dias que falta a luz
Tem clima para quase tudo
Quando é você quem escolhe a estação
Abra os olhos e veja
Há tempos busco esse olhar:
De entrega e respeito
De carinho e de zelo
Um olhar de desejo, paixão
Um olhar que eu me veja
Sem nuvens, sem escuridão
O que me deixa triste
É não me ver em você
Parece que nem existo
terça-feira, 20 de setembro de 2011
Em Pedra Bela-SP
"Vi a minha força amarrada no seu passo
Sem você não há caminho
Eu nem me acho
Eu vi um grande amor gritar dentro de mim
Como eu sonhei um dia"
Sem você não há caminho
Eu nem me acho
Eu vi um grande amor gritar dentro de mim
Como eu sonhei um dia"
(Sonhos-Peninha)
segunda-feira, 19 de setembro de 2011
memória do futuro…
“Meninas sem bonecas”
ouço passos de encontro a solidão dos sentidos frágeis
que cobrem seu corpo enquanto cala sua inocência;
enquanto esmagam seus sonhos antes que ainda os saiba sonhar…
vejo o peso duma culpa, abafando o grito de um apelo triste, agonizante,
escrito em letras garrafais e estampado na sua retina
sem a luz da esperança
olhos que tocaram o espinho
bocas fechadas nos poros da pele
já não sentem seu cheiro
jaz a sombra e seus passos
caídos
marcados
perdidos
prisão dos sentidos
na estação da dúvida
na plataforma do medo
a razão comendo as sobras
da revolta e da dor
que devorou os famintos
(abril de 2009-rose rocha)
terça-feira, 13 de setembro de 2011
quinta-feira, 25 de agosto de 2011
segunda-feira, 22 de agosto de 2011
sensibilidade e inteligencia
O que esperas da vida?
e será que a vida te espera?
Trago o melhor sentimento
O melhor pensamento...
E o afeto, é "puro" carinho...
Afetar, no bom sentido de deixar
Impresso no peito a felicidade, a amizade... Um querer Bem!
De me relacionar, de compartilhar, interagindo
Com as ferramentas disponíveis...
Como na vida de perto onde posso te tocar com as mãos, com os olhos, com a voz...
Posso "aqui" fazer o mesmo, com outras "ferramentas"... mas ainda sou eu!
E quero te dizer, que és importante, especial... mesmo quando não uso essas palavras.
Compartilhar a vida, as coisas boas, faz o outro experimentar um misto de sensações, e às vezes é num contato indireto (tem gente que só tem isso) que a pessoa se "toca" de viver!
domingo, 21 de agosto de 2011
sexta-feira, 19 de agosto de 2011
7ª Orquivárzea de 19 a 21/08/2011
A exposição, como sempre, continua a nos surpreender, pela beleza, organização, dedicação dos envolvidos... Parabéns Prefeitura de Várzea Paulista por mais essa belíssima exposição.
De 19 a 21/08 - confiram a programação no site: http://www.varzeapaulista.sp.gov.br/orquivarzea-2011/?page_id=11
terça-feira, 9 de agosto de 2011
segunda-feira, 1 de agosto de 2011
um choro me cala a voz
e os sentidos transpiram c'alma
experimento a explosão dos quereres
um misto de fogo e um vento de nunca mais...
nunca mais serei eu mesma
nem prá mim, nem prá ninguém
um choro me fere...
vou prá longe de mim
e numa vontade louca de você me achar
me perco nos sonhos de um talvez
a música me pede pra voltar
e eu em pausa de não querer
tem um tempo que as pessoas te cobram
mas não pagam um olhar pelo que és, sente ou vive
tem um silêncio em mim escondido dos olhares
há lugares em mim que não ouso mais visitar
a tendência é de me mudar prá lá
e levar dores comigo
e deixar dores contigo
então fico aqui
assim
volta e meia me vejo no vento de agora
num momento criado pra pensar em você
não mais em mim, como estou, pra onde vou
tudo em vão (meu pensamento)!
mas um desejo não cabe na palavra da vez
por isso
choro meu silencio
me acalmo por amar
e nesse desespero de querer
me perco, mas sempre acho você!
e os sentidos transpiram c'alma
experimento a explosão dos quereres
um misto de fogo e um vento de nunca mais...
nunca mais serei eu mesma
nem prá mim, nem prá ninguém
um choro me fere...
vou prá longe de mim
e numa vontade louca de você me achar
me perco nos sonhos de um talvez
a música me pede pra voltar
e eu em pausa de não querer
tem um tempo que as pessoas te cobram
mas não pagam um olhar pelo que és, sente ou vive
tem um silêncio em mim escondido dos olhares
há lugares em mim que não ouso mais visitar
a tendência é de me mudar prá lá
e levar dores comigo
e deixar dores contigo
então fico aqui
assim
volta e meia me vejo no vento de agora
num momento criado pra pensar em você
não mais em mim, como estou, pra onde vou
tudo em vão (meu pensamento)!
mas um desejo não cabe na palavra da vez
por isso
choro meu silencio
me acalmo por amar
e nesse desespero de querer
me perco, mas sempre acho você!
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