quarta-feira, 10 de junho de 2015

Para quando aprender a morrer (como a flor)



“(…) Na realidade o amor é uma coisa tão simples… Veja-o como uma flor que nasce e morre em seguida porque tem que morrer. Nada de querer guardar a flor dentro de um livro, não existe nada mais triste no mundo do que fingir que há vida onde a vida acabou.”

— Lygia Fagundes Telles.

2 comentários:

A Marques disse...

Gosto desta autora! No entanto, cada coisa tem o seu tempo, de fato, é, ... o que cabe muitas vezes é aprender a respeitar e aceitar esse tempo. Do contrário, haveria um sofrimento maior e até desnecessário. Sempre tive um pensamento que me acompanha: o de saber que neste mundo nada existe seguramente, não há posses nem garantias, no entanto, pode ser um dia ou de repente, o que começa um dia termina!

A Marques disse...

Por isso, como voce bem disse: "Faça valer cada sopro, cada inspiração celebrando os seus segundos, seus minutos, sua hora feliz!"

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