segunda-feira, 29 de junho de 2009
sexta-feira, 26 de junho de 2009
terça-feira, 26 de maio de 2009
Os meus olhos viram os seus…
onde a lua e o sol se encontram e
num instante mágico que se olham,
se tocam e se beijam
A mágica é tão fascinante e, sem truques,
enfeitam seu lugar com a beleza mais pura e também a mais simples.
Nesse lugar eu vi vida
Sem dizer nada meu coração se encheu de alegria e assim senti-me tranquila.
Havia um "muro de pedras". Mas ele não me impediu de ver a beleza dos corações; os gestos doces e as pegadas de amor deixadas nesse lugar;
Alguém querendo mostrar o que de belo brotou em seu coração…e foi compartilhando seus sonhos que conseguiu..
E os meus olhos viram os seus…
Quedas
quarta-feira, 22 de abril de 2009
Pintando as horas
e tem momentos em que as palavras não me dizem nada"
sexta-feira, 17 de abril de 2009
FORA DO AR
Fora do ar, da terra,
longe
bem longe do mar…
no silêncio
entre uma batida e outra
do coração.
ECOA E DÓI
Um adeus me conta coisas que não pedi prá ouvir, nunca quis escutar.
Por isso me manda sinais, me desenha dores num corpo febril, já que não escuto os sentidos, fica cada vez mais óbvio, o que não quero enxergar…
e sempre me agarro num sonho (e fujo dele) toda vez que me tráz tristeza…. não dá p’ra montar quebra-cabeça dum faz de conta no meu dia-a-dia… não dá p’ra fingir indiferença se é na vida minha o "dedo do vento"…
Eu não finjo nada!
E…só não quero fazer a leitura da alma e dum coração palpitante de dor, não quero me tornar nisso "um hábito" de horror, onde nada importa, nem meu sonho de amor…
Se o guardo no peito é que ainda é seguro
Se me importo, é que ainda sou gente
Se choro é que ainda sei "sou pequena" e isso é especial
Se te sinto é que não sou indiferente, tenho uma brasa no peito que sente até o sopro do ar que acabou, sinto o cheiro da flor que morreu, mas sinto também a força do amor que venceu!
A dor que me fortaleceu! A alegria de viver cada dia, de em cada sonho acreditar.
Sinto a vida no meu dia-a-dia…
O que me dói é ver que alguém quer para o dia, escuridão...
cega os olhos p’ro amor (porque define o amor na tristeza), em nada vê beleza, inveja o outro, alimenta o rancor, destrói a vida...
e isso é a maior dor: andar na contramão da vida e do amor!
Prá que adiar a vida? Se hoje ela é seu presente.
Pulsante,
é o amor que fica prá toda vidaque alimenta a nossa históriaque satisfaz a nossa memóraa todo tempo de ternuraque ousamos acrescentarna familia, em nosso lar…
HOJE EU SÓ PRECISO...
do seu carinho e atenção
AMOR AUSENTE
de nossos sonhos e vontades
vivemos a saudade numa dor
que é verdadeira e dói
ao sentir um amor ausente
tão presente em nós
que não nos deixa esquecer,
que não tráz alegria
que não ensina a viver
quando nasce um amor ausente
a vida tá me ensinando a morrer,
e eu!?
Eu não quero!
quarta-feira, 15 de abril de 2009
sobre a tristeza poética
Li, reli, e não aguentei tive de lavar a alma! Esses Poetas que sabem como tocar no coração da gente, e expõe o sentimento como uma ferida aberta e sangrando o tempo todo, sem alívio algum… e isso impressiona!
Fico pedindo a Deus que a dor, a tristeza que encharca a poesia possa estar somente nos versos e não mais no peito do poeta. Que ao adorná-la com belos versos, possam se sentir libertos de tanto sofrimento, que não sintam na vida que lhes falta amor, que nunca desistam de amar, porque é o amor e não a dor que move o mundo. Cada gota de amor absorvido, num gesto, num olhar, é capaz de curar mil feridas, e a ternura da amizade (que é por amor) possa acalentar os corações e harmonizar o canto forte, do pulso, da pausa, da música que corre nas veias que latejam todo sentimento…
terça-feira, 14 de abril de 2009
Noturno
Trocando passos escritos à mão
E esse vai-e-vem contra mim"
" observando a memória,
lanço um olhar noturno
e dou passos escritos à mão
de vai e vem, de sim de não
sem pensar muito nessa louca direção
abrindo poros…tentei abrir janelas
dentro de mim…
mas necessito tuas mãos
já que caminho teus passos
dispensando um aceno, um adeus,
o choque das mãos
que nunca se tocaram"
Quando observo a memória de mim ela me acena um adeus sem fim
segunda-feira, 6 de abril de 2009
Deixando o ar me respirar

E a fome que devora meus sentidos
Uma dieta de sonhos
Trancando as janelas nas noites frias
Puxando a cortina dessa cega luz
Um abraço ao mar que veio invadir minha praia
(Levar-me inteira num grão/areia)
(...) Ainda toco o céu com as mãos
Quando a chuva me lavar
vou dobrar no tempo
terça-feira, 24 de março de 2009
Reagindo
teu olhar, teus sentidos…
a boca, os braços
o nada dito
a emoção, que abre o chão
te leve ao céu numa explosão
de alegria, de sensações
de ar, de asas, de imaginação
um sonhar a mais
numa fresta, um horizonte azul
sinais multicores
desejos, olhares
um sopro de amor
por si e pelo que se move
por dentro e por fora
na carne,
no peito…
causando todas as sensações
Aberta
Parei as águas do meu sonho
Os pássaros da madrugada
Procurei-te em vão pela terra,
Quando vierem fechar meus olhos,
(Cecília Meireles)
A Rosa e o Botão
Me faz VALER
Quando me deixo cativar
Na verdade é o amor
Falando e olhando pra mim
E por amor
Deixo meus medos de lado
Distribuo sorrisos aliados
Ao olhar que te encoraja, te desperta
Quando ouço o canto dos pássaros
O murmurio das águas, a musicalidade da chuva
Permito-me transportar para um sonho de luz
E é o amor que me conduz…
Envolvida nessa alegria, me permito o querer
E me apaixonar por tudo que a vida me oferece
Porque em mim, dentro de mim, há amor…
Esse sentimento é a medida do valor
Que agrega à minha vida, um sentido
Único, especialmente verdadeiro
O amor dá permissão para a transformação
Ensina a buscar o equilibrio, serenamente
E me orienta, quando me sinto perdida e só
Me faz enxergar as belezas do mundo
E das pessoas do mundo
Me lembra que posso cometer erros, enganos
Que posso perdoar e ser perdoada
Eu posso amar e ser amada
segunda-feira, 2 de março de 2009
sábado, 14 de fevereiro de 2009
Laço e Anzol

vou jogar a fita no azul
agarrar nas gotas desse brilho raro
me deixei fisgar e me machucar
nessa pescaria sou peixe morto
meus lábios estão dormentes
rasgou-se da boca pra fora
um vão no meu pensamento
me faz inventar outra história
tumores, rumores, seus trapos
fiapos de linguas ardentes
uma trouxa, outra moça
uma vida quase morta
pega o peixe, larga o peixe
um feixe de luz que me cega
cristalina/mente
sorrateira/mente
vou me jogar na fita azul
vou me lançar no anzol
um coração de isca
vou me engolir no mar
terça-feira, 10 de fevereiro de 2009
encontro calado
vens ao pensamento
vejo-te. sinto-te
na brisa do mar,
no canto das aves,
no sol e no sal
que beijaram
meu corpo
tão belo é o sentir
que te tenho aqui e ali,
no vão dos dedos,
na linha do horizonte,
no vento que me distrai





