quinta-feira, 21 de abril de 2011
quarta-feira, 13 de abril de 2011
segunda-feira, 11 de abril de 2011
sexta-feira, 8 de abril de 2011
Perdas
(...)Sem razão e sem entusiasmo do amor, a vida é como fumaça no vento da dor=dias cinzas!(...) Lance teu olhar de cor(um amor) para iluminar a paisagem na cidade que dorme em luto...
segunda-feira, 28 de março de 2011
... é possível sentir o amor em detalhes
Mas há um momento na vida em que se tornam muito claros, saltam aos olhos... e tudo o mais vira resto. (Restos de amor... ) O amor que abraça, que envolve, que devolve a alegria renovando o entusiasmo apaixonante pela vida, numa constância ritmada numa emoção que nos impulsiona.
Falei detalhes, porque às vezes se espera algo tão grande e arrebatador “aos olhos”... algo como um vendaval ou tempestades que não sentimos a brisa e não notamos as gotas.
O grandioso está (também) nos detalhes que são pequenas partes inteiras de sentimentalidades.
Quando a gente se permite uma pausa, um silêncio (de luz ou de som), o interior de nós se acomoda na paisagem e reflete uma vida inteira de perguntas e respostas nos seus minimos detalhes...
Não é necessário se esconder da luz. O necessário é buscar dentro de si uma fagulha desse amor que te move.
quarta-feira, 23 de março de 2011
quinta-feira, 17 de março de 2011
sentidos
Ajustando a frequência...
Ritmada na emoção...
Um querer a mais...
Poros ou Espinhos...
Piscar de olhos
Pausa no tempo prá sonhar.
Comovente
Como o vento
Com o Vento!
Não há um jeito simples de dizer
Só o olhar vai levar a palavra da vez, na emoção... E talvez faça o caminho in/verso
Onde mais caberia tanto querer?
A palavra leva o gesto do abraço
O desenho eu mesma faço
Logo aqui no coração
Acredito em sintonia
Na freqüência ritmada na paixão
Pela vida, dentro e fora do peito
Ritmada na emoção...
Um querer a mais...
Poros ou Espinhos...
Piscar de olhos
Pausa no tempo prá sonhar.
Comovente
Como o vento
Com o Vento!
Não há um jeito simples de dizer
Só o olhar vai levar a palavra da vez, na emoção... E talvez faça o caminho in/verso
Onde mais caberia tanto querer?
A palavra leva o gesto do abraço
O desenho eu mesma faço
Logo aqui no coração
Acredito em sintonia
Na freqüência ritmada na paixão
Pela vida, dentro e fora do peito
terça-feira, 15 de março de 2011
O tradutor
"Je sais ce que mes sens me voir"
Je pense avec mes yeux et les oreilles et les mains et les pieds et le nez et la bouche. Mais parfois, tout rationaliser ...
Je pense avec mes yeux et les oreilles et les mains et les pieds et le nez et la bouche. Mais parfois, tout rationaliser ...
segunda-feira, 14 de março de 2011
Dia da Poesia "todo dia é dia de viver"
A POESIA DA VIDA É VIVER!
ONDE O CONTATO INDEPENDE DO TATO!
ONDE COMPARTILHAR NÃO É INVADIR A VIA DO OUTRO...
É POSSIVEL RESPIRAR-SE A TEMPO DE NÃO LHE ROUBAREM O AR
É POSSIVEL OLHAR-SE A TEMPO, SE INSERIR NA PAISAGEM, SEM PARAR NO TEMPO
SEM FAZER PAUSA DE VIVER O REAL...
VIVER, MESMO COM O CORAÇÃO NAS MÃOS E NÃO ASFIXIAR O AMOR.
UMA POESIA - UM JEITO SIMPLES - DE DESENHAR O SENTIMENTO - COM TODOS OU ALGUM SENTIDO...
ONDE O CONTATO INDEPENDE DO TATO!
ONDE COMPARTILHAR NÃO É INVADIR A VIA DO OUTRO...
É POSSIVEL RESPIRAR-SE A TEMPO DE NÃO LHE ROUBAREM O AR
É POSSIVEL OLHAR-SE A TEMPO, SE INSERIR NA PAISAGEM, SEM PARAR NO TEMPO
SEM FAZER PAUSA DE VIVER O REAL...
VIVER, MESMO COM O CORAÇÃO NAS MÃOS E NÃO ASFIXIAR O AMOR.
UMA POESIA - UM JEITO SIMPLES - DE DESENHAR O SENTIMENTO - COM TODOS OU ALGUM SENTIDO...
terça-feira, 8 de março de 2011
quinta-feira, 3 de março de 2011
terça-feira, 1 de março de 2011
latas de conserva
Para conservar bons relacionamentos
É preciso curti-los
O bom humor, o respeito e atenção
São ótimos temperos da harmonia
Quando se abre a lata é possível
Mesmo a distância, sentir o aroma
Que se espera, seja agradável
Se não tens intenção de provar,
Apreciar os temperos que dá sabor à conserva,
Não violes o lacre, não retire sua segurança
Nem a tire do seu lugar para desprezá-la
Deixando noutra prateleira
Não a deixe exposta… são tentativas de estragá-la
Deves deixá-la livre de contaminação para que
Não pereça, nem ela, nem quem dela se servir
Diferente das latas de conserva, que uma vez abertas
Vai se perdendo a qualidade tendo reduzido a validade,
Quando alguém abre o peito, te oferece seu coração,
o melhor, para que possas, sem medo, experimentar
o sabor, saber o gosto da vida, provar o seu tempero,
uma fonte inesgotável de amor, de querer bem,
de amizade transborda e nunca perde o seu valor,
nem desmerece teu “paladar”, teu querer…
antes oferece a ti o mais puro, que guardou intacto…
livre da contaminação imunda que até o vento carrega
Se você pensa que está arrancando ou recebendo
Todo o amor que nele há, não se engane, porque ele não se esvazia
Ainda guarda sua essência…
É preciso curti-los
O bom humor, o respeito e atenção
São ótimos temperos da harmonia
Quando se abre a lata é possível
Mesmo a distância, sentir o aroma
Que se espera, seja agradável
Se não tens intenção de provar,
Apreciar os temperos que dá sabor à conserva,
Não violes o lacre, não retire sua segurança
Nem a tire do seu lugar para desprezá-la
Deixando noutra prateleira
Não a deixe exposta… são tentativas de estragá-la
Deves deixá-la livre de contaminação para que
Não pereça, nem ela, nem quem dela se servir
Diferente das latas de conserva, que uma vez abertas
Vai se perdendo a qualidade tendo reduzido a validade,
Quando alguém abre o peito, te oferece seu coração,
o melhor, para que possas, sem medo, experimentar
o sabor, saber o gosto da vida, provar o seu tempero,
uma fonte inesgotável de amor, de querer bem,
de amizade transborda e nunca perde o seu valor,
nem desmerece teu “paladar”, teu querer…
antes oferece a ti o mais puro, que guardou intacto…
livre da contaminação imunda que até o vento carrega
Se você pensa que está arrancando ou recebendo
Todo o amor que nele há, não se engane, porque ele não se esvazia
Ainda guarda sua essência…
sábado, 26 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 23 de fevereiro de 2011
O dia era do silêncio
Ode ao silêncio
Vesti o silêncio com teu rosto.
Na passagem das horas,
fiquei menos só;
fiquei mais triste.
Somente ao construir
a tua ausência
é que pude entender
de que consiste.
Não me importa o que tu
és ou não és,
mas o que tanto foste
e que persiste,
ornamentado o silencio.
As palavras te recriam
do fundo irretocável do passado
como uma silhueta móvel.
(Ildásio Tavares)
Vesti o silêncio com teu rosto.
Na passagem das horas,
fiquei menos só;
fiquei mais triste.
Somente ao construir
a tua ausência
é que pude entender
de que consiste.
Não me importa o que tu
és ou não és,
mas o que tanto foste
e que persiste,
ornamentado o silencio.
As palavras te recriam
do fundo irretocável do passado
como uma silhueta móvel.
(Ildásio Tavares)
terça-feira, 22 de fevereiro de 2011
terça-feira, 15 de fevereiro de 2011
quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011
segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011
Cantor
Será frio, será ausência, será assim ou só ouço lembrança
E se for e se for força não há mais pra recantar nossa dança
Teu chão, meu céu, teu colo pra tudo que eu juro
Me desfaço em versos no papel
Não abrindo a porta eu pulo o muro
Pulo da pedra mais alta
Chego voando pra te visitar
Talvez por engano eu venha te beijar
Mudo meu plano pra não te machucar
To aqui soprando a chama que me faz brilhar
Será paz, será paciência
Será assim eu ouço a esperança
E se a dor e se adormecer demais
Pra levantar mais criança
Nossa festa ainda vai começar
Nossa peça era a peça que faltava
Cê me inspira pra eu te respirar
Em poesia que não acaba
Acabo de pular da pedra
Chego voando pra te visitar
Talvez por engano eu venha te beijar
Mudo meu plano pra não te machucar
To aqui soprando o que alumia meu cantar
Soprano(Fernando Anitelli)
sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011
domingo, 30 de janeiro de 2011
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