Quem já tocou o amor pelo sabor do gesto? Sentiu na boca o som? Mordeu fundo a maçã? Na casca a vida vem tão doce e tão modesta Quem se perdeu de si? Eu já toquei o amor pelo sabor do gesto Confesso que perdi, me diz quantos se vão? Paixões passam por mim, amores que têm pressa Vão se perder em si
Se o amor durou demais, bebeu nas suas veias Seus beijos de mentira não chegam muito longe Paixões correm por mim, são só suaves febres Seus beijos mais gentis derretem pela neve Pra que tocar o amor, pelo sabor do gesto? Se o gosto da maçã vem sempre indigesto? Amarga essa canção, os dias e o resto Se perde como um grão
Mas se eu ousar amar pelo sabor do gesto Te empresto da maçã vai junto o coração Esquece o que eu não fiz Te sirvo o bom da festa De um jeito mais feliz
Paixões correm por mim, eu sei tudo de cor Carinho sem querer me cansa e me dóI
Se o amor vem pra ficar faz tudo mais bonito Me basta ter na mão e o corpo tem razão
A gente até que tenta se defender da dor, mas é que ás vezes o abraço dela é tão forte que dá nó cego na gente... Daí passa. A gente tráz esse sentido vivo na memória (até se apaixonar de novo) que nos oferece novas defesas talvez, escudos forjados em meio a lágrimas.
Na verdade, em todas as relações, deve haver respeito e saber ou ter boa vontade para ver o individuo e sua individualidade. Preserve isso e se relacionará bem com qualquer pessoa.
(para Mell Mell - sobre um video recebido no orkut)
… e às vezes a gente é quem segura esse gigante no colo, nas mãos, dentro da boca… ele que vive no coração… e parece sempre tão cheio de razão; às vezes nas pontas dos pés nos empurra prá vida que não devemos encostar num canto qualquer da memória prá lembrar como era… É! E é na hora que a gente precisa de força que esse gigante levanta e agita o mar (de emoção, de ilusão) e dá o Acorde…
... acalentar o corpo ... desnudar a alma ... traduzir palavras ... ligar os fios dos sonhos e as fibras do coração dando elasticidade ao pensamento enquanto a esperança é calma é c'Alma
Enquanto há calma...
segunda-feira, 5 de abril de 2010
sábado, 3 de abril de 2010
segunda-feira, 29 de março de 2010
... ás vezes eu abro a janela e a tempestade se forma. Com medo, fecho todas as frestas. Embaço a vista... Se não fecho também as cortinas me sinto parte do mau tempo... Há momentos que é preciso abrir os olhos para sonhar, porque de olhos fechados eles parecem tão menos reais...
sexta-feira, 26 de março de 2010
As luzes se apagam. Depois, um brilho falso é exibido na janela A pétala cai como as lágrimas sentidas rolam dos olhos sem a luz dos olhos teus que im_porta E a paisagem embaçada da janela esCorre em gotas de uma solidão que inunda o peito, embebeda os sentidos frágeis nessa noite sem lua de estrelas cadentes(que iluminam e me levam pra outro lugar) vago um vagão no vazio de você...
Imagem: Google Desconstruir para tirar as pedras do caminho… suas palavras ficaram em mim… maturando em meus quereres meus silêncios em nós no meu peito, que, impossível a desconstrução sem doer igualmente… mas, com a esperança de refazer-se num alicerce reforçado no amor, no conhecimento adquirido na construção (da ideia e sentimento a pulsar)…
Desatar os nós... Elaborar o laço... Como se dá Num abraço