segunda-feira, 21 de setembro de 2015

Floresça em nós humanidade


 que luz invada os corações
Que a beleza possa ser simples
que a liberdade seja viver

quinta-feira, 17 de setembro de 2015

Traurigkeit



Es gibt eine Verzweiflung, wenn ich kann daher die Schmerzen nicht optimieren, wäre ein halten
Ich bin für mich verlassen.
Vielleicht im Finale

Knoten

Was tun, wenn Drossel?
Wohin mit der verschwommene Sicht
Es ist ein Fluss, der in mir
hier verloren
keine Augen
achselzuckend zu einem Leben

verschlafen

Es gibt nichts zu befürchten
Das war vor langer Zeit
und nun, es gibt
innerhalb der Traum
Weise, dass die Wanderung macht

Ich bin müde

Alles ist der Stille artikuliert.
Jetzt gibt es eine Stummschaltung der Sinne
der Tod ist ein Wind kurze
gerade jetzt wo Flug
wo braucht keine Flügel


"Que nenhum gesto meu aperte o seu coração, intimide o seu riso, acorde o seu medo, machuque a sua espontaneidade."

[Ana Jácomo]

terça-feira, 15 de setembro de 2015

dias de luz acelerada nos olhos para mostrar minha cegueira contínua
dias escuros e ruidosos...não preciso esconder quando ninguém vê
falhas rotineiras para desagradar você
medo de ir embora...medo de não ver
tranquilidade é um silêncio faminto
ansiedade é um querer destemperado
minha calma é ainda viver
sei que é permitido chorar
em algum lugar
há um pouco de sol
e tempo para quarar
os sentimentos
as emoções
as dores
as urgências
dos outros
e as minhas

sexta-feira, 11 de setembro de 2015



[da trama das ausências]

a tua ausência 
teceu em mim 
um longo áspero bordado


de silêncios e pedras

(Por Nydia Bonetti)

terça-feira, 11 de agosto de 2015

Onde estão seus olhos de admiração
Onde os manda passear seu coração?
É sábio calar-se!
Mesmo quando se aprende a falar com o coração
Tira-se a venda dos olhos...
Desfaz a mordaça... as amarras...
para depois voltar-se para dentro
donde não se deve mais sair
Onde ando eu, que não contigo?
Onde está minha prece?
Para onde a oração?


quinta-feira, 6 de agosto de 2015

tempo

essa reserva de amor, de olhos e olhares...
às relações de amizade...intenções de respeito.
balbuciam palavras de sentimento arredio
que foge do peito a procura de alguém!?
não... do tempo
a indiferença só difere a gente

C'alma

a palavra tem o tempo de semente...
eu que não sei abraçar esperas...
mas a semente cumpre seu destino quando morre
o Verbo também morreu... e assim cumpriu...
há esse tempo de aceitação do ser
para se transformar
e deixar de ser
é morrer

terça-feira, 4 de agosto de 2015

rude

a pedra que deixei no caminho
a flor e o espinho
o vento, a chuva
um vazio
o nó na garganta
e a dor no peito
a gaiola
as penas
o canto contido
o olhar, a distância
o vago
o tempo
a dor
o amor
que falta


sexta-feira, 31 de julho de 2015

de imediato

o contato sem tato...
doses cavalares de sonhos bordando todos os quereres
colocar a vida para dormir dói, como toda morte...
para quem de presente tem a consciência dos sentidos
todos eles na memória...

terça-feira, 14 de julho de 2015

terça-feira, 7 de julho de 2015

engole o grito

quando uma fome saliva feito lava
e...por dentro, é que vai se rasgando... e deixando aos pedaços...
engole o grito...há fomes que não serão saciadas nunca.